Sentada no escuro da sala beijando uma garrafa de Heineken

Eu pensava no que ela disse. Eu queria beber até dormir. Mas essa era a última garrafa e eu bebi bem devagar. Se bem que talvez eu já esteja meio bêbada. Talvez estivesse antes de começar a beber. Eu realmente não devia beber. Mas obedecer não é meu forte. Ela sabe.

2 comentários:

Leon K. Nunes disse...

Nunca se deve, é por isso que existe o ato de beber e por isso que é fina a linha que o divide da ação de libertar da de (re)aprisionar...

Nicolas disse...

Poetas vivem bêbados. Mesmo que não seja por álcool. Obedecer também não é o meu forte.